Vamos falar de música? #01 Agnes Obel

Oiiii Pandas! Tudo bem com vocês ? Resolvi trazer esse espacinho pro blog, pois quero dividir com vocês um pouquinho dos meus vícios e conhecer os de vocês. Percebi que ultimamente eu estava ouvindo muito, muito, muito, mas muito mesmo, a mesma coisa hahahaha Sabe aquelas músicas que grudam e não saem da mente? Então, não que seja esse o caso, MAS foi comigo!

Talvez a maioria de vocês não conheçam, mas quero lhes apresentar Agnes Obel, essa mulher grudou nos meus ouvidos e não sai mais!!! kkkkk Ela é música, cantora e compositora. Dinamarquesa, nascida em 1981.
Gente, Agnes simplesmente me dá uma sensação de paz e mais nada.

Separei três músicas aqui para comentar com vocês!
A primeira música que eu escolhi é a única da cantora que tenho no meu celular, chama-se Aventine e eu ouço *isso* quase todo santo dia, várias vezes por vez (deu pra entender? hahah) Foi a música culpada por eu gostar e ir buscar ouvir as demais.
Um pequeno trecho (tradução):
Você carregou o meu coração no meio da noite
Para se casar com a onda com a maré
Você me levou para os campos
Você carregou o meu coração no meio da noite
Para enterrar a onda na maré
Você me levou para os campos
Jogá-lo para baixo, jogá-lo para baixo
Outra música dela que gosto bastante se chama Words are dead e gosto principalmente porque faz refletir um pouco. Não sei ao certo a intenção dessa letra, mas eu interpreto da seguinte forma: hoje em dia não se pode confiar nas palavras, por isso elas morreram, porque morreu com elas sua verdade, de tanto as pessoas as usarem em vão ou por mentiras e talvez seja por isso do "querer comprar rosas" (querer demonstrar), já que falar não vale, pois perdeu seu significado. Qual a sua interpretação?
Eu quero comprar-lhe rosas
porque as palavras estão mortas
Siga na cegueira
Na ponta da flecha
porque as palavras estão mortas
E você sabe disso
Sim as palavras estão mortas
Abaixe-as
Agora, pra fechar a listinha, escolhi Riverside. Essa é a mais conhecida dela e é tão graciosa quanto as outras. Na verdade, não sei falar uma música dela que não seja graciosa. Ao tocar play, simplesmente feche os olhos e sinta a sensação de leveza e paz. Sério!
À Beira do Rio (Ribeiro)
Descendo à margem do rio perto dos barcos
Onde todo mundo vai estar sozinho
Onde você não verá nenhum sol nascendo
Descendo ao rio correremos
Quando junto às águas bebemos até a última gota
Olhamos para as pedras no leito do rio
Pelos seus olhos posso dizer
Você nunca esteve às margens do rio
Descendo pelas águas o leito do rio
Alguém te chama alguém diz
nade com a corrente e flutue para longe
Descendo pelo rio todos os dias
Oh meu Deus eu vejo como tudo está despedaçado na profundeza do rio
E não sei porque vou pelo caminho
Descendo à beira do rio
Quando aquele velho rio passa pelos seus olhos
Para lavar a sujeira das margens
Vá para as águas próximas
O rio será seus olhos e ouvidos
Ando pelas margens sozinho
Para cair na água como uma pedra
Gelado até a medula dos ossos
Por que venho aqui sozinho?
Oh meu Deus eu vejo como tudo está despedaçado na profundeza do rio
E não sei porque vou pelo caminho
Descendo à beira do rio
E então? Ganhou o amorzinho de vocês? Espero que sim! Beijão
nade com a corrente e flutue para longe
Descendo pelo rio todos os dias
Oh meu Deus eu vejo como tudo está despedaçado na profundeza do rio
E não sei porque vou pelo caminho
Descendo à beira do rio
Quando aquele velho rio passa pelos seus olhos
Para lavar a sujeira das margens
Vá para as águas próximas
O rio será seus olhos e ouvidos
Ando pelas margens sozinho
Para cair na água como uma pedra
Gelado até a medula dos ossos
Por que venho aqui sozinho?
Oh meu Deus eu vejo como tudo está despedaçado na profundeza do rio
E não sei porque vou pelo caminho
Descendo à beira do rio
E então? Ganhou o amorzinho de vocês? Espero que sim! Beijão